1. matéria exibida no programa agenda da rede minas sobre o patrimônio azulejar em belo horizonte . exibida em 16.02.2011

    Reportagem: Daniela Vargas
    Produção: Ana Fazito
    Edição de Imagens: Letícia Uesugi

     
  2. revista vida simples

    Tour a pé pelo modernismo

    Alexandre Mancini mostra o modernismo de BH

    O artista plástico Alexandre Mancini traçou um roteiro pela região central de Belo Horizonte, que pode ser feito a pe, para mostrar os principais prédios modernos da capital mineira

    por débora fantini


    O artista plástico belo-horizontino Alexandre Mancini criou uma discotecagem para a arquitetura moderna brasileira. Pedimos a ele para nos contar que arquitetura é essa que tanto o inspirou. O resultado é esse roteiro de 12 prédios modernos (com nome do arquiteto e data seguidos do endereço) entre as praças Sete e da Liberdade, região central de BH, onde o modernismo se traduz em arranha-céus, com surpresas do topo à calçada. Entre no jogo de identificar outros prédios modernos pelo caminho.

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  3. portal ig

    Coluna de Marisa Ota | Design por todo canto

    A Volta da Azulejaria

    Depois de quase 50 anos, artistas brasileiros começam a resgatar a arte herdada dos portugueses

    A tradição da azulejaria na arquitetura brasileira teve seu ápice na construção de Brasília, com os painéis criados pelo talento de Athos Bulcão nas obras de Oscar Niemeyer. Paradoxalmente, os anos que se seguiram vivenciaram um grande ostracismo dessa arte no Brasil. Por décadas, a azulejaria desapareceu dos painéis e mesmo estes passaram ao largo da arquitetura brasileira.

    O que aconteceu com a arte muralista e a arte azulejista, em particular, para literalmente sumir como um componente importante da arquitetura brasileira? Como um País que possui o prédio do Ministério da Educação, no Rio de Janeiro, e a Igreja da Pampulha, em Belo Horizonte, - dois grandes exemplos da arquitetura brasileira e mundial, onde podemos apreciar os painéis pintados em azulejos por Portinari, - pode abandonar essa tradição herdada dos portugueses?

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  4. jornal hoje em dia

     

    Revestimento, arquitetura, design ou arte?


    por Pedro Morais


    Presente na arquitetura brasileira desde as suas mais remotas realizações, a azulejaria tem seu primeiro registro no Brasil no Convento de Santo Amaro de Água-Fria, em Olinda, Pernambuco. Durante a segunda metade do século XVII, ao intensificar-se a construção de templos, sobrados, engenhos e palácios, a presença de azulejos nas construções passa a ser mais regra do que exceção. De uso primordialmente decorativo e sempre trazidos de Portugal, os azulejos continuam chegando ao Brasil ao longo dos séculos XVIII e XIX, sendo usados na decoração de igrejas e posteriormente na proteção das fachadas de edifícios urbanos. Observa-se aí uma inversão de influências, pois tal utilização não havia ainda sido observada na metrópole. Após a abertura dos portos, começam a chegar também azulejos vindos da Holanda, França e outros países da Europa. A fabricação local é observada a partir de meados do século XIX, mas somente no início do século XX a produção brasileira começa a adquirir alguma regularidade.

     

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